14 de março de 2013

Índia, lá vou eu!



Chegando na Índia, as diferenças são facilmente percebidas já no caminho do aeroporto para o hotel.
Muitos carros na rua, sem faixa na rua, sem sinal de trânsito, muitas motos, tuc tuc, gente, vaca, ovelha... tudo junto na rua.
Em muitas ruas não existe separação entre "mão" e "contra-mão". Os carros vem de lá e de cá, quando chegam um de frente pro outro, decidem quem vai desviar para qual lado os carros vão desviar. Isso acontece com moto, tuc tuc, carro, vaca, etc. É muito diferente. A impressão que dá é que não temos regras de trânsito, pelo menos em Bangalore (única cidade da Índia que eu conheço até o momento).Em maioria, as ruas não tem calçadas, então as pessoas andam literalmente no meio da rua.
As buzinas são usadas a cada minuto, seja pra pedir passagem, como pra avisar que estão chegando, que vão ultrapassar, que vão virar, que vão parar... que vão fazer qualquer coisa. As buzinas chegam a incomodar.







As diferenças aumentam quando falamos em roupas. As meninas normalmente (digo normalmente por que existem vários tipos de indianos.. Rs. Algumas indianas usam roupas ocidentais), não usam roupas curtas, com decotes, muito justas, etc. Elas SEMPRE cobrem as pernas toda, o colo (sem decote), a barriga e as costas. A barriga só aparece, as vezes, quando elas usam o Saree (aquele vestido que é um pano enrolado no corpo todo).

Eles usam acessórios/maquiagens que demonstram qual é a religião adotada pela pessoa. Isso é bem diferente do Brasil, pois independente da religião usamos o mesmo tipo de roupas, é difícil identificar qual é a religião da pessoa pelas roupas. Rs. A religião muçulmana é a mais fácil de identificar entre as mulheres, pois todas elas usam burcas pretas, deixando só os olhos de fora. As outra religiões não tem muitas roupas típicas, mas sim outros acessórios/maquiagens como flores no cabelo, "pintas vermelhas" no meio dos olhos, no couro cabeludo, etc.

Os costumes de higiene são bem diferentes! Eles não tem os mesmos padrões de "limpeza" que nós. Comem com as mãos, usam o mesmo copo para beber água (sim, no bebedouro da empresa tem uma bandeja com alguns copos de plástco. Aí eles usam, passam um água e colocam de volta na bandeja. E nos shoppings tem 1 copo de metal amarrado com uma correntinha e as pessoas usam aquele mesmo copo), não escovam os dentes após o almoço, pegam comida no prato dos outros, etc.
Essa diferença é muuuuuito complicada pra nós, pois não estamos acostumados com esse tipo de comportamento. No refeitório da empresa tem uma "bacia" cheia de água onde o cara da limpeza deposita os talheres limpos, ou seja, fica uma bacia cheia de água com talheres dentro, aí as pessoas pegam os talheres para comer. São tipo "talheres comunitários", mas os talheres sujos não são depositados lá, e, sim, entregues no balcão da limpeza (menos mal, hein?!). Rs.





Nas ruas tem muuuuuuita poeira e barro seco, as pessoas até andam com um pano tampando a boca e o nariz, pois é muita poeira pra ficar respirando. A gente fica sujo só de andar 2 quarteirões à pé e como não tem calçada (na maioria dos lugares), o carro passa e levanta a poeira toda nos pedestres. Legal, hein?! Rs.



A comida é MUITO² condimentada/apimentada, a gente pode até pedir sem pimenta, mas é quase impossível que realmente vai vir sem pimenta. Rs. Acho que a pimenta já está "entranhada" na frigideira/panela deles. Rs. Tiveram vezes que tivemos que deixar o prato quase inteiro, pois não tinha condições de dar nem 3 garfadas de taaaanta pimenta. Todo mundo começada a suar e escorrer lágrima dos olhos. Rs.



To tentando descobrir algum prato indiano que não tenha taaanta pimenta e que a gente consiga comer, equanto isso estamos nos alimentando de fast-food. =/ Obrigada Domino's, Pizza Hut, Subway e McDonald's, por existirem na Índia!!! Rs. :-)


Bom, esse é um resumo da minha pequena experiência na Índia, até o momento!!!


Vou atualizando ao longo da viagem.. :-)








1 de março de 2013

Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro

Hoje é o aniversário do Rio de Janeiro, 448 anos de praia!!!
Não, não é feriado!!! Rs.

Morar no Rio de Janeiro é um privilégio, mas muitas vezes só percebemos isso quando vamos embora dele. Aí sim as praias ficam mais bonitas, o sol mais brilhante, o transito mais "ameno", o Pão de Açúcar mais "postal", o Cristo de braços mais abertos... enfim, tudo parece ficar  mais bonito e melhor.

Nasci no Rio de Janeiro, em Botafogo, mas com 1 ano me mudei pra Barra da Tijuca, onde meus avós moravam há algum tempo já. Ou seja, praticamente nasci e fui criada na Barra da Tijuca, um bairro com suas particularidades, cultura e costumes próprios. Até dizem que a Barra é o "uma nova cidade dentro do Rio de Janeiro", o que eu não posso discordar, pois para sair da Barra e chegar na Zona Sul / Centro são no mínimo 20 km (Gávea) ou 40 km (Centro). Uma bela viagem, não?!

Uma certa época da minha vida decidi que não aguentava mais a vida que eu estava levando, que eu precisava fazer alguma coisa pra mudar e a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi: preciso sair do Rio de Janeiro. "Ah, chega dessa vidinha de Rio de Janeiro. Quero algo novo, quero mudar, quero crescer!" Achei que isso já era uma bela mudança pra quem estava de "saco cheio" das mesmices da vida de recém-formada na faculdade.
Como uma boa "chata" quando quero alguma coisa, passei 8 meses da minha vida fazendo processo seletivo para Trainee e, óbvio, dando prioridade para aqueles que eram fora do Rio de Janeiro (que minha mãe não me mate ao saber disso).
Não estava conseguindo passar em nenhum processo, chorei minhas pitangas pra minha mãe e decidimos que eu deveria fazer um intercâmbio para melhorar meu currículo e fazer Trainee novamente no ano seguinte. Lindo!!! Sim, seria lindo se, ao pagar a primeira parcela do intercâmbio para o Canadá, uma empresa de São Paulo não tivesse me ligado dizendo que tinham reaberto o processo e queriam que eu participasse de uma dinâmica de grupo. *histeria total*
Resumo da ópera: Passei no processo de Trainee para São Paulo, tomei uma decisão louca e fui morar lá.

Nunca tinha ido à São Paulo na minha vida!!! Cheguei lá com 1 mala de "roupas de trabalho" e só. O resto dessa história vocês já conhecem., mas meu ponto é que sempre que eu voltava pro Rio de Janeiro (aquele que eu não aguentava mais morar/viver) meu olho enxia de lágrimas. Pousar no Santos  Dumont era uma tortura sentimental pra mim!!! Rs. Ver da janelinha o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, tão lindos, tão poéticos, tão cariocas... era choradeira na certa!!!
Toda vez que eu ia embora, a mesma coisa: ficava olhando da janelinha, vendo passar as praias, Pedra da Gávea, Barra da Tijuca, etc etc. Choradeira de novo.

Quando você se muda do Rio de Janeiro é quando você percebe o quanto a cidade é importante pra você. O quanto aquele "acostumado com isso tudo" não faz mais sentido. Morar no Rio de Janeiro não é só ver o Cristo, o Pão de Açúcar e o mar todos os dias. Morar no Rio de Janeiro é ver nesses pontos turísticos a materialização de uma cultura única, de anos de boemia, bossa nova, samba, água de coco, mate de galão e "bixcoito" Globo.

Depois eu consegui entender que o que eu mais sentia falta não era da paisagem, era do "jeito carioca de ser": a vontade de estar com os amigos, de transformar os detalhes em grandes momentos, de rir por qualquer motivo, de fazer amizade com o porteiro, garagista, padeiro e camelô, tomar uma gelada na praia, jogar um futevôlei  caminhar no calçadão, pegar o engarrafamento pela orla (pra pelo menos ver o mar), falar cantado, colocar um palavrão a cada frase (no mínimo)... isso é o carioca. E o carioca que define o que é o Rio de Janeiro!!!

O Rio de Janeiro foi abençoado por belas paisagens, mas "só é o que é" por causa do carioca! Nós fazemos o Rio de Janeiro ser assim!

Todo mundo reclama, coloca defeito, critica, fala "Imagina na Copa"... mas queria que cada um de vocês que reclamam fossem morar 1 mês fora. Aí sim, vocês iam perceber que o Rio de Janeiro (mesmo com todos os seus defeitos) é peça essencial na nossa vida e que não vivemos sem ele!!!

Parabéns Rio de Janeiro e obrigada por nos fazer tão Cariocas! :-)

21 de fevereiro de 2013

O mito das "tecnologias sociais"

Desde que me entendo por "usuária de internet" (desde adolescente?!) ouço falar que "as redes sociais afastam as pessoas e as deixam mais solitárias", "as redes sociais fazem das pessoas bons personagens", dentre outras afirmativas/estudos.

Entrei na faculdade de Comunicação Social com essa opinião martelada na cabeça, fiz minha monografia sobre "As Celebridades e o Twitter" defendendo que as celebridades fazem personagens nas redes sociais para ganhar mais fãs ou qualquer outra coisa, mas hoje em dia, depois de ir morar longe de todos os meus amigos, comecei a me questionar se as redes sociais REALMENTE afastam as pessoas e fazem delas apenas personagens. Não só as redes sociais, mas também a tecnologia.

Concordo que as pessoas estão ficando viciadas em telefones celulares, enquanto estão na mesa com outras pessoas só ficam mexendo no pequeno apetrecho tecnológico e rindo sozinhas, mas não se pode generalizar dizendo que a tecnologia afasta as pessoas.

Eu sou MUITO GRATA ao meu lindo Facebook e ao genial Whatsapp! :-)
Sempre fui uma pessoa muito ativa com as minhas amizades. Sempre organizei as festas, encontros, amigos ocultos, almoços, etc, e depois que eu fui morar em São Paulo senti muita falta de tudo isso. O começo foi muuuuito difícil, pois sentia falta, não só da presença física das pessoas, mas de saber da vida, discutir assuntos aleatórios, saber como anda o trabalho, namoro, etc. O Facebook foi a minha ajuda durante esse período, pois já que eu não podia estar "pessoalmente", os amigos me contavam as coisas "virtualmente".

Depois que peguei um "smartphone" e instalei o Whatsapp, aí sim foi LINDO! Rs. Eu não precisava chegar em casa pra entrar no Facebook e saber o que estava acontecendo, as notícias chegavam em tempo real. rs.
E pra não perder o costume de organizar os encontros, festas, etc, criei vários grupos, pra não perder o contato com a galera.

Tenho muitas primas e, depois que todo mundo cresceu (olha que bonitinho...) a gente perdeu um pouco o contato, pois agora todo mundo trabalha, algumas estão casadas, com filhos, fazendo vestibular, morando longe, etc, e ninguém mais se reúne nas "férias escolares" como antes. Qual é a solução? GRUPO NO WHATSAPP!!! Gente, e genial!!! Todo mundo em contato de novo, contando novidades, fofocas, tristezas, risadas, etc.

As amigas da faculdade, depois que nos formamos, cada uma foi para um lado e nem sempre temos disponibilidade de encontrar. Qual é a solução? GRUPO NO WHATSAPP! 

Amigos de São Paulo que são muito difíceis de ver e-mail, nem sempre respondem no grupo do Facebook, nunca podem atender o telefone e assim fica muito difícil marcar o encontro. Qual é a solução? GRUPO NO WHATSAPP!

E essa regra segue para os "amigos do namorado", "namoradas dos amigos do namorado", etc.

Eu ADORO o Whatsapp e ele não "inibe" a minha vontade de estar pessoalmente com os meus amigos, muito pelo contrário, me dá mais vontade. :-)

Pra quem sabe usar, o Facebook é muito bom também, pois ele te mantém em contato com aquelas pessoas que você não tem o telefone, mas que gostaria de não perder o contato. Por exemplo amigos dos trabalhos anteriores, amigos de colégio, etc.
O Facebook aproxima as pessoas que estão longe e eu gosto disso. Com ele eu posso participar (pelo menos um pouco, de longe) da vida das pessoas que moram longe, que estão viajando, etc. Cada foto postada é um pouquinho da vida que a pessoa compartilha.

Claro que não estamos entrando no mérito do "invasão de privacidade", "excesso de exposição", etc, mas se formos falar nesse assunto, a minha opinião é que só tem a "privacidade invadida" e a "excessiva exposição" quem quer (não estamos falando de pessoas públicas/celebridades, ok?!). Ninguém é obrigado a ficar postando cada prato que come, cada ida/volta ao trabalho, cada por do sol, cada qualquer coisa que seja. As pessoas fazem isso por vontade própria, então, que mal tem?! Cada um tem a exposição que quer, cada um cuida da sua vida e a gente segue feliz desse jeito. Que tal?! Rs. :-)


Enfim, pra quem sabe usar estas ferramentas, elas são muito úteis e bem vindas ao nosso dia a dia.
Não podemos deixar que elas substituam e sejam as principais fontes de relacionamento, mas que elas sejam um meio para manter as velhos (e bons) contatos.


Bom senso: esse é o pedido!

17 de fevereiro de 2013

Nossas Férias em Acapulco

Eu postei sobre o "pós-carnaval", mas não tinha falado nada sobre o nosso carnaval. Rs.

Neste ano eu fiz uma escolha engraçada, que todos *sem exceção* me questionaram. Não satisfeita de tomar essa decisão para MINHA PESSOA, eu carreguei 1 prima e 1 amiga comigo.

Saí do Rio de Janeiro para passar carnaval em Cafelândia.
É, é esse mesmo o nome da cidade. Fica há uns 80km de Bauru, no interior de São Paulo e para quem não sabe, o Rica (meu namorado) é de lá. :-)

Cafelândia: Uma cidade de interior com 15.000 habitantes, não tem semáforo, não tem faixa de pedestres, não tem (mais) café, mas tem alegria de sobra!!!

Fomos em 11 para a casa da mãe do Rica. Foi simplesmente um dos melhores carnavais da minha vida.

Compramos ingresso para os 3 dias do grande "Baile de Carnaval".
Já tínhamos sido avisados que, na cidade, ninguém mais se fantasiava para ir ao Baile, mas combinamos de ir fantasiado todos os dias. E assim aconteceu. Até fundamos o bloco "Férias em Acapulco".
No primeiro dia todas as pessoas olharam de rabo de olho pra gente, no segundo já tinham algumas pessoas com uns chapéus e tiaras, e no terceiro dia muitos estavam com "apetrexos carnavalescos".
Não sei se a "papulação cafelandense" gostou muito desse história não, mas que a gente se divertiu muito... aaaahhh nos divertimos. :-P

Ganhamos o troféu de "Fantasia mais original", subimos no palco algumas vezes e fizemos muita bagunça.

Foi um carnaval maravilhoso, muitos amigos, sol, piscina, videokê, cerveja, fansatia, confete, serpentina e marchinhas. Precisamos de mais alguma coisa?!

E quero ver se qualquer pessoa do bloco "Férias em Acapulco" vai dizer o contrário.

Que venham os próximos!!!



Pós-Carnaval

É minha gente, sempre depois do carnaval bate aquela tristeza, desânimo e a certeza que o ano realmente começou.
Agora todo mundo vai trabalhar "de verdade", estudar "de verdade", guardar dinheiro "de verdade", afinal, carnaval 2014 tá aí e os planos já começam! Rs.

Pra variar, ao final da folia (terça-feira) eu já estava sentindo uns sintomas do meu corpo pedindo "socorro", então não relutei e fui ao médico.
Cheguei na médica, ela me examinou, ficou com pena do meu diagnóstico, me passou uns remédios e disse que quer "acompanhar o meu caso".
Pra não ficar enrolando muito aqui, vamos direto aos tópicos do meu diagnóstico:
- Desvio de septo acentuado (esse eu já sabia desde que eu nasci).
- Calo nas cordas vocais (esse eu já tinha uma idéia).
- Refluxo

REFLUXO?! É, essa é a grande novidade do momento! Virei criança de novo e agora eu tenho refluxo. Rs.

Bom, o melhor não é isso... o "highlight" do dia foi eu no taxi indo pra casa e contando tudo que aconteceu na consulta para o Rica. Falei, falei, falei, falei... desliguei o tel.
Quando eu estava pagando para sair do taxi, o taxista vira e me fala: "Olha senhora, inevitavelmente eu ouvi sua conversa e lhe desejo melhoras. Tudo vai ficar bem." HAHAHAHAHA..
Claaaro que vai ficar bem, meu amigo taxista, mas obrigada pelos votos. :-)

Esse episódio foi na sexta-feira e no sábado o Rica chegou aqui no Rio, fui buscar ele no SDU e depois fomos tomar café-da-manhã na Confeitaria Colombo. Aproveitamos pra conhecer todo o Forte de Copacabana (que eu não conhecia ainda), ver todo o museu, a história do lugar, etc. Passeio muito legal!!! Recomendo para todos!
Sentamos para tomar café era 12h, mas como a proposta inicial era tomar café-da-manhã e somos muito fiéis aos nossos planos, pedimos o tradicional "café colonial light" da Colombo. Veio um banquete, cheio de coisinhas, pães, frios, doces, iogurte, etc. Simplesmente uma delícia! O lugar é lindo, o atendimento é ótimo, a comida estava muito boa.
Foi um programa de casalzinho muito fofo. <3 :-)

Quando chegamos em casa, fizemos questão de ligar o ar condicionado e não fazer mais nada que não fosse ver televisão e dormir. Rs. Ê ressaca do carnaval, hein?!
Pois é, é isso mesmo. Esse é o final de semana da "recuperação".

Só sei que minha mãe e minha tia acharam muito estranho a gente não ter saído no sábado à noite e nem querer sair no domingo. Hahaha..
"Mas vocês não vão sair mesmo? Pra lugar nenhum? É sério?"

Ai ai ai... tem horas que o corpo pede socorro e a gente tem que obedecer.

#quefase





7 de fevereiro de 2013

Época de gente feliz

E quando o Carnaval vai chegando, o tempo parece que resolve parar.

Na última semana antes do Carnaval só conseguimos pensar em qual fantasia vamos usar, quantos shorts, bikinis, blusas, vestidos, sapatos, etc, precisamos levar, se o tempo vai estar bom ou ruim, etc.
Se concentrar parece uma coisa impossível. Cada lado que olhamos vemos um colar havaiano pendurado e/ou uma máscara para vender. A cidade pára, só os vendedores continuam trabalhando. Rs.
No Rio de Janeiro o Carnaval começou em meados de janeiro, com inúmeros bloquinhos, ruas fechadas, transito fechado, praias lotadas, agito, música, alegria.

Eu ADORO Carnaval, não só pelo feriado, mas por que as pessoas resolvem ser felizes! Elas largam em casa todo o sofrimento, pessimismo, chatice, "mimimi"e saem nas ruas, fantasiadas, cantando, felizes e "serelepes". É uma época do ano que você pode não se preocupar com o que os outros vão pensar de você, aliás, quanto mais "ridículo" você tiver melhor você vai se sentir. É uma época de fazer amigos, tirar fotos com pessoas desconhecidas, rir da fantasia dos outros, dançar com a "tia da cerveja", cantar a música mais velha que você se lembrar... aaahh como eu adoro Carnaval!!! :-)

No Carnaval as pessoas podem ser o que elas quiserem e que, muitas vezes, não conseguem ser durante o resto do ano. Colombina, havaiana, enfermeira, palhaço, Teletubbies, Galinha Pintadinha, princesa, monstro... não importa, o que importa é que estão todos unidos pelo mesmo objetivo: a bagunça!


Bem que podia ser assim o ano todo, né?!?!


VEM CARNAVAL, SEU LINDO!!!


1 de fevereiro de 2013

Um dia "animado"


O meu dia ontem merece um post no blog. J

EPISÓDIO 1:
Acordei MEGA atrasada, faltando 5min (sem exagero, LITERALMENTE  5min) pro horário do ônibus que eu pego pra ir pro trabalho, dei um pulo da cama, me vesti correndo), escovei os dentes e o cabelo e saí correndo (bem naquele estilo dos filmes que a mulher sai vestindo a calça, saltando em um pé só e escovando os dentes ao mesmo tempo. Rs). Para a minha sorte o elevador chegou em 2 segundos e eu saí correndo pela portaria, tentando alcançar o ônibus que já estava saindo da guarita do condomínio, mas consegui que o segurança parasse o ônibus para eu subir. *palmas*

EPISÓDIO 2:
Durante o trabalho, percebi um “rasguinho” na minha camisa, na altura do ombro, bem no sentido das listras da camisa. Fiquei indignada de ter saído de casa daquele jeito, mas agora não tinha o que fazer. Abstraí a informação de estar trabalhando com a camisa rasgada e fui ser feliz. Rs. Durante o meu período produtivo no trabalho, fui apoiar o cotovelo na mesa e, para a minha alegria, a parte de trás da manga da camisa rasgou. Um rasgo GIGANTE. Oi?! O que está acontecendo gente?! A minha reação foi começar a rir e ir mostrar pro pessoal que trabalha comigo: “Gente, gente, tem um gato ali embaixo da minha mesa e ele me arranhou inteira. Olha o que aconteceu!” Hahahaha.. O povo começou a rir. Mesmo assim, continuei trabalhando mais rasgada ainda. Rs. =P

EPISÓDIO 3:
Costumamos almoçar quase todos os dias no mesmo restaurante “serve-serve” que tem ao lado do trabalho. A comida é muito boa, ambiente super agradável  (mesinhas com sofá, musica ambiente, ar condicionado, comida japonesa boa e churrasco). Sempre via um pote cheio de ovos, mas nunca quis comer ovo cozido no almoço. Ontem me deu uma vontade de comer salada com peixe grelhado e um ovo cozido. Não hesitei, fui lá e busquei um ovo, que para a minha surpresa estava com casca ainda.
Sentei à mesa já reclamando: “Onde já se viu colocarem ovo cozido com casca?! É só pra gente ter trabalho e ficar cheio de pedacinhos de casca no prato. Que coisa chata.” Logo após terminar com o “mimimi”, dei uma porradinha no ovo com o garfo, mas a casca nem se mexeu direito, então resolvi tirar ele de dentro do meu prato e apoiar em cima de um guardanapo na mesa, pra descascar e as cascas não ficarem dentro do meu prato. *ideia genial* Então dei a segunda porradinha com o garfo no ovo e ele abriu um buraquinho. Fui toda cuidadosa com a unha pra tirar a casquinha do novo e: TXARAAAM: O OVO NÃO ESTAVA COZIDO!!! Aquele pote que ficava “cheio de ovos cozidos”, na verdade, era um pote cheio de ovos crus para fazer omelete. HAHAHAHAHAHA... Parabéns Gabriella! Você ganhou o troféu IDIOTA do dia!
Agora imagina se a minha primeira “porradinha” no ovo tivesse funcionado?! Ele ia se espalhar todo meu prato. ECA!!! Obviamente todos riram do meu “feito histórico” do almoço.

EPISÓDIO 4:
Cheguei em casa umas 22h, troquei de roupa e fui pra academia. *Projeto Carnaval de pé ainda*. Chegando lá coloquei minhas coisas no armário e fechei com o cadeado LINDO que minha mãe trouxe de NYC, com senha e tudo. Fui malhar.
Na hora de ir embora fui pegar minhas coisas, coloquei a senha no cadeado e... CADÊ QUE ELE ABRIA?! Como assim, Gabriella?! Era só o que faltava. O cadeado mudou de senha SOZINHO?! Fiquei uns 5 min olhando pro cadeado e conversando com ele: “Querido, é o seguinte: a chave do meu carro está aí dentro, eu preciso ir embora e você precisa colaborar. Sua senha é 777 e você sabe disso. Agora, 1, 2 ,3 e ABRA!”  E nada do cadeado abrir. =/
Fiz até análise combinatória, tentando algumas combinações próximas de 777, mas nada adiantou.
Então tive que assumir minha gafe e ir pedir ajuda pro professor. Tivemos o seguinte diálogo:
- Fessor, preciso de uma ajuda masculina no banheiro. Meu cadeado mudou de senha sozinho e eu preciso arrombar ele.
- Gabriella, não é possível que o cadeado tenha mudado de senha sozinho.
- Mas a senha era 777 e agora não abre.
- Então, você mudou a senha sem querer e agora não lembra.
- Ai meu deus. Tudo bem, mas você tem como arrombar ele, por favor?!
- Vamos lá. Deixa eu pegar o alicate aqui.
Após ele arrombar o cadeado LINDO de NYC da minha mãe, fiquei feliz, peguei a chave de casa e fui embora, mas antes de eu passar pela roleta o “fessor” deu risada e falou: “Eu já arrombei vários cadeados aqui, mas esse é o primeiro caso que o cadeado muda de senha sozinho.”
HAHAHAHAHAHA... ai Gabriella.

EPISODIO 5:
Depois de chegar em casa, com o cadeado arrombado, tomei um banho e fui arrumar a mala pra ir pra SP hoje. Comecei procurando a minha mala de rodinhas. Passei uns 15min procurando em todos os armários embutidos, dentro das outras malas, no meu quarto, quarto da minha  mãe, da minha irmã, do meu irmão, da empregada, armários da sala, do quartinho de música do meu padrasto... em TODOS os lugares. Já estava cogitando pegar uma mochila de carrinho da minha irmã, da pequena sereia, que tava dando sopa, mas aí tive a brilhante ideia de mandar um Whatsapp pro meu irmão perguntando se eles tinham levado a minha mala também (minha entire Family está viajando). Ele disse que não e que minha mala estava dentro do meu armário, em cima do lugar que pendura os cabides.  Eu já tinha aberto aquela porta umas 13 vezes, já tinha olhado até atrás das roupas penduradas (Quem guarda uma mala atrás das roupas penduradas?? Mas, vai que?!), mas dessa vez, quando eu abri (pela 14ª vez) as portas do armário, lá estava a mala sorrindo pra mim. Certeza que ela estava brincando de “pique-esconde” comigo. Ela não estava ali antes! Hahahahaha..


QUE DIA, HEIN?!

15 de janeiro de 2013

Sou persistente

E, pra variar, existem coisas que só acontecem comigo.
Estou há meses pra me matricular na academia, sem coragem de pagar o preço que cobram e sem coragem pra "colocar a mão na massa".

Finalmente "virei macho" e me matriculei na academia (e pra não ter dúvida, me matriculei pela web, com débito em conta... Hahaha).
Saí do trabalho 19h, debaixo de um dilúvio, levei 1h da Praia de Botafogo até a Praça General Osório, esperei mais 25min (encolhida embaixo do ponto de ônibus) pro ônibus do condomínio chegar e demorei mais 1h pra chegar em casa.

Cheguei em casa 21:30h, esperei minha mãe chegar com o carro, jantei, troquei de roupa e me mandei pra academia.
Saí de casa umas 22:40h, determinada a fazer, pelo menos, 30min de bicicleta/esteira.
Fui cantando pelo caminho, orgulhosa da minha atitude, já pensando na esteira ou bicicleta me olhando...
Cheguei no Downtown (shopping onde fica a academia), parei o carrro e fui correndo pra academia, chegando lá me deparei com um bilhete: "Nesta quarta não abriremos, por causa da chuva. Os alunos SmartPro poderão malhar em tal lugar."
OOOIIII?!?!?!?! A academia fechou mais cedo hoje e não vai abrir amanhã, por causa da CHUVA????
HA HA HA... Só no Rio de Janeiro mesmo.

Enfim, engoli o choro e voltei pra casa, "p" da vida por causa da academia e, ainda por cima, perdi a eliminação do BBB!!!
Ê dia de sorte!

Mas eu sou teimosa e amanhã EU VOU pra academia!!! Nada irá me vencer!!!


Boa noite!!!

8 de janeiro de 2013

Um homem ou uma codorna?!

Em um sábado durante as duas semanas de férias, eu e minha prima resolvemos reunir os casais de amigos que estavam no RJ conosco para fazer um "city tour" pelas praias da zona sul, até o aterro do Flamengo (para tirar a famosa foto com o Pão de Açúcar ao fundo).

Foi tudo ótimo!!! Passeamos por toda a orla - de carro, pois estava impossível achar vaga para descer na praia - tiramos foto no Pão de Açúcar e tentamos tomar uma cerveja no Bar Urca, mas não tinha vaga.

Resolvemos voltar pra Barra da Tijuca e, se tivesse vaga, tomar um chopp em algum bar de Ipanema/Leblon.
Estávamos passando por Ipanema, por um milagre divino, vimos duas vagas e paramos os carros. Sentamos no primeiro bar da esquina que vimos: o Devassa da Farme de Amoedo. Foi no mínimo engraçado.

Estávamos em 5 casais, bebemos um monte de chopps, caipirinhas, águas, etc, e comemos bastante também. Já eram umas 15h quando resolvemos voltar e dormir um pouco, pois estávamos combinando de ir  pro Barra Music à noite, então precisávamos descansar (principalmente 3 nos nossos recrutas, que haviam chegado naquela manhã e estavam virados).

Quando chegamos na portaria de casa pra deixar um casal e ir dormir, a minha prima e seu marido estavam indo pra casa de um tio fazer um churrasco e continuar a beber - Eu já sabia que isso iria acontecer, uma vez que a casa do meu tio é o "point" da família e todo mundo se reunia lá todos os dias. O Ricardo disse que não queria ir, pois estava cansado e queria dormir, até que veio uma pergunta: "- Pô cara, você é um homem ou uma codorna?!"
Havia dúvida que ele não iria resistir? Então ouvi a célebre resposta: "- Ah não cara, ninguém me chama de codorna. Vamos beber!"
HAHAHAHAHAHA...

Resumindo os próximos capítulos:
Bebemos até 19:30h na casa do meu tio, voltamos pra minha casa, tomamos banho e dormimos.
Coloquei o despertador para 21:30h, mas não consegui acordar nenhum dos 3 recrutas. Eles só conseguiram levantar às 23:30h, pra ver a luta do Cigano (sem comentários!) e beber mais 13 garrafas de cerveja.


Pra quem não estava aguentando levantar da cama foi um belo fim de noite, não é codorna?!

Fim / início de ano



Muita coisa aconteceu nesses últimos meses de 2012 e primeiros dias de 2013, por isso nunca mais relatei os casos bizarros que acontecem comigo. Rs.

Vou resumir um pouco as emoções do meu final de ano.
Primeiro tive a notícia que o projeto que eu estava trabalhando iria acabar e eu teria que procurar um novo projeto pra trabalhar. Le-gal. Experiência nova, adrenalina e ansiedade... tudo junto.
Deu tudo certo! Fui chamada para um projeto no Rio de Janeiro até Abril, pra trabalhar com uma coisa nova. Êêêêê... menos uma preocupação. J A única coisa que eu tinha que me preocupar era o “quando” eu iria começar no novo projeto.

Para não perder o costume da adrenalina, dia 17/12 eu tive a confirmação que eu começaria dia 07/01 no projeto, sendo que dia 21/12 eu já estava com passagem marcada pra vir pro RJ e ficaria até o Reveillon. Resultado: tive 1 semana pra arrumar as malas, ir em todos os happy hours de final de ano que poderiam existir, jantar com o namorado, comprar presente de Natal, fazer handover das tarefas do novo projeto... e por aí vai.

Mulher maravilha em ação!!! Todas as tarefas foram concluídas (bem ou mal).

O legal foi na hora de dar o presente do Ricardo: eu toda feliz, entreguei os pacotes, ele abriu, gostou de tudo, na hora de experimentar... não caberia nem na minha irmã de 7 anos. Ai meu deus!!! Que mico! Hahaha... eu crente que ia arrasar com os presentes, mas arrasei com a minha moral.

Chegando no Rio de Janeiro (21/12), estava um calor do cão e eu quase sem roupa de verão (claro né?! Quem em SP usa roupa de verão?!), mas isso não foi problema pois eu só precisava de uma única coisa: biquíni - e isso estava na mala!

No mesmo dia à noite minha prima chegou com o marido e os dois filhos (pequenos) e aí a farra começou. Foi piscina, praia, churrasco, jantar, festa, pós-festa, café-da-manhã coletivo [...] até que chegou o Natal (que na minha família se resume a uma grande festa). J

Depois do Natal chegaram mais primos, tios, amigos, namorados, etc, e a farra continuou. Piscina, praia, churrasco, jantar, festa, pós-festa, café-da-manhã coletivo [...] e aí chegou o REVEIÃO. J

Aaahh gente... meu final/começo de ano foi muito bom! Junto com pessoas que eu estava com saudade (família/amigos)!!!

Mas claro que depois de tanta farra familiar não poderia faltar uma bela sinusite para comemorar! E cá estou eu, com 14 dias de antibiótico. Enfim, valeu cada segundo!!!

E que venha 2013!!!